Verdade, vida, morte, crase, loucura...
Talvez a graça da vida seja a incerteza,
Aquela grande surpresa.
Quando o tudo se revela o nada,
Ou o nada se revela algo supremo.
Mas, na verdade, tudo isso é apenas distração do tal conhecimento.
Essa coisa de dar valor,
Às coisas.
Isso nos faz achar que descobrimos o porquê de estarmos no parque de diversão.
Confortamos-nos com isso.
Gostamos de achar um motivo em tudo,
Seja divino ou não.
Até a divindade nos confunde,
Parece ser mais fácil falar com o diabo do que com deus.
As histórias que escutamos das pessoas mais velhas dizem isso.
Afinal, você ou seus avós nunca ouviram falar que fulano ficou rico ou famoso da noite pro dia por que fez um pacto com deus. Mas sim com o diabo.
Às vezes, a cultura popular transforma um criminoso, um mascate bem sucedido, uma pessoa com algum talento (ou seja lá quem for) em um filho de satã.
E seguimos criando estórias do arco da velha,
Para responder dúvidas,
Para tornar tudo mais legal e inteligível.
Chegamos a acreditar até em uns seres que vivem em outros planetas.
Os mais loucos acham que somos filhos deles.
Eu até acho, às vezes.
Mas o mais louco de todos é aquele que quer achar um sentido em tudo.
Achar possuir a verdade.
Foi assim que conhecemos nosso lado abominável (certo?).
Guerras, ditaduras, genocídio, crimes religiosos.
Todos eles achavam que haviam descoberto A VERDADE.
Mas tudo foi necessário (?).
Para a história dizer que a coisa não era bem daquele jeito. Para mostrar que seres humanos podem ser objetos: animados (vivos e seguindo o regime) ou inanimados (contra o regime -- hehehehe).
E seguimos tentando nos descobrir. A tecnologia e a comunicação mostram a vida no planeta. As paisagens mudam. O cotidiano muda. Mas - por mais que inconscientemente - acabamos achando semelhanças entre um mongol e um europeu. Entre um aborígene e um ser do século 21. Entre japoneses e uma tribo indígena da América do Sul.
A ciência nos conforta com as teorias. O grande jogo é achar perguntas e buscar repostas. Se ninguém responder, ainda há deus. Não é perfeito? Quem não acha isso perfeito, ou incompleto, segue correndo feito um ramster naquela rodinha.
Ou escolhe ignorar a verdade ou o grande sentido das coisas. Se ocupa de outra forma.
Eu quero coisas simples. Ver, comer, beber, viajar, sentir e amar (e ganhar algum dinheiro pra tudo isso -- não sou um maldito hippie). Esse é o meu sentido para uma simples equação: nascer, viver (procriar, talvez) e morrer. Enquanto uns buscam explicações, outros vivem. Escolha! Certo?
Ok, nada é tão fácil assim. Eu busco a tal verdade, às vezes. É quando eu gostaria de ser um ditador (sanguinário, talvez) e dominar o mundo. Ver tanques e soldados marcharem pelas grandes cidades do mundo. Ver a beleza da guerra. Esse seria eu buscando a verdade. Me sentiria supremo. Seria A VERDADE. Sim, poderia ser belo!
Mas enfim,
APENAS ESTEJA PREPARADO A LEVAR UM SOCO NA CARA (não falo apenas fisicamente, falo sobre decepções) OU MORRER (como um soldado)! E PENSE, VOCÊ É APENAS UM FARELO DE BOSTA SECA NESTE UNIVERSO.
seja um bon-vivant, apaixonado e sonhador. ou um guerreiro, um ditador.... se for todos esses, eu voto em você, caso precisar.
UM VIVA...
À Esparta,
À Atenas,
A Roma,
À Berlin,
À Belgrado, toda a Sérvia e Bósnia
À Moscou,
À Copenhagen,
À Amsterdã e suas putas,
Às explosões humanas, de Jerusalém à Bagdá.
Ao belo e ao grotesco,
À vida, à morte e à destruição.
À paz e à guerra.
À crase,
Ao crase,
Ao ao...
Amém!
Aquela grande surpresa.
Quando o tudo se revela o nada,
Ou o nada se revela algo supremo.
Mas, na verdade, tudo isso é apenas distração do tal conhecimento.
Essa coisa de dar valor,
Às coisas.
Isso nos faz achar que descobrimos o porquê de estarmos no parque de diversão.
Confortamos-nos com isso.
Gostamos de achar um motivo em tudo,
Seja divino ou não.
Até a divindade nos confunde,
Parece ser mais fácil falar com o diabo do que com deus.
As histórias que escutamos das pessoas mais velhas dizem isso.
Afinal, você ou seus avós nunca ouviram falar que fulano ficou rico ou famoso da noite pro dia por que fez um pacto com deus. Mas sim com o diabo.
Às vezes, a cultura popular transforma um criminoso, um mascate bem sucedido, uma pessoa com algum talento (ou seja lá quem for) em um filho de satã.
E seguimos criando estórias do arco da velha,
Para responder dúvidas,
Para tornar tudo mais legal e inteligível.
Chegamos a acreditar até em uns seres que vivem em outros planetas.
Os mais loucos acham que somos filhos deles.
Eu até acho, às vezes.
Mas o mais louco de todos é aquele que quer achar um sentido em tudo.
Achar possuir a verdade.
Foi assim que conhecemos nosso lado abominável (certo?).
Guerras, ditaduras, genocídio, crimes religiosos.
Todos eles achavam que haviam descoberto A VERDADE.
Mas tudo foi necessário (?).
Para a história dizer que a coisa não era bem daquele jeito. Para mostrar que seres humanos podem ser objetos: animados (vivos e seguindo o regime) ou inanimados (contra o regime -- hehehehe).
E seguimos tentando nos descobrir. A tecnologia e a comunicação mostram a vida no planeta. As paisagens mudam. O cotidiano muda. Mas - por mais que inconscientemente - acabamos achando semelhanças entre um mongol e um europeu. Entre um aborígene e um ser do século 21. Entre japoneses e uma tribo indígena da América do Sul.
A ciência nos conforta com as teorias. O grande jogo é achar perguntas e buscar repostas. Se ninguém responder, ainda há deus. Não é perfeito? Quem não acha isso perfeito, ou incompleto, segue correndo feito um ramster naquela rodinha.
Ou escolhe ignorar a verdade ou o grande sentido das coisas. Se ocupa de outra forma.
Eu quero coisas simples. Ver, comer, beber, viajar, sentir e amar (e ganhar algum dinheiro pra tudo isso -- não sou um maldito hippie). Esse é o meu sentido para uma simples equação: nascer, viver (procriar, talvez) e morrer. Enquanto uns buscam explicações, outros vivem. Escolha! Certo?
Ok, nada é tão fácil assim. Eu busco a tal verdade, às vezes. É quando eu gostaria de ser um ditador (sanguinário, talvez) e dominar o mundo. Ver tanques e soldados marcharem pelas grandes cidades do mundo. Ver a beleza da guerra. Esse seria eu buscando a verdade. Me sentiria supremo. Seria A VERDADE. Sim, poderia ser belo!
Mas enfim,
APENAS ESTEJA PREPARADO A LEVAR UM SOCO NA CARA (não falo apenas fisicamente, falo sobre decepções) OU MORRER (como um soldado)! E PENSE, VOCÊ É APENAS UM FARELO DE BOSTA SECA NESTE UNIVERSO.
seja um bon-vivant, apaixonado e sonhador. ou um guerreiro, um ditador.... se for todos esses, eu voto em você, caso precisar.
UM VIVA...
À Esparta,
À Atenas,
A Roma,
À Berlin,
À Belgrado, toda a Sérvia e Bósnia
À Moscou,
À Copenhagen,
À Amsterdã e suas putas,
Às explosões humanas, de Jerusalém à Bagdá.
Ao belo e ao grotesco,
À vida, à morte e à destruição.
À paz e à guerra.
À crase,
Ao crase,
Ao ao...
Amém!
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