Fim de ano, para muitas pessoas, é tempo de lembrar da infância. Mas no meu caso não foi por causa das festas com a família. Foi por outro momento, também em família.
Hoje, 23/12/2023, assistindo a um pequeno documentário sobre Ronaldo Fenômeno, voltei aos anos 1990. Na tela, passavam momentos da Copa de 1994.
Mas minha memória era da Copa da Itália, de 1990.
A cena em minha cabeça era com meus pais em um shopping de Salvador. Estávamos numa loja de departamento, e a camisa do Brasil estava em falta.
Eis que algum funcionário teve a "excelente" ideia de espalhar pela loja camisetas da Suécia ("é amarelo também, vai que cola", pensou o gerente ou o estagiário).
Sei que saí do local frustrado, sem a camisa da seleção. Meus pais nem precisaram falar: "na volta a gente compra".
Dessa Copa também lembro da febre das bandeirinhas nos carros e, claro, da derrota para a Argentina. Aquele gol do Caniggia.
Todo moleque desta época queria ser jogador de futebol, assim como eu. Mas nunca levei jeito para esporte nenhum (talvez o futebol de botão em algum momento).
O interessante é como o futebol pode ser mágico e fazer parte da vida das pessoas.
Boas festas a todos!